Advogado Trabalhista | Bradesco é condenado a indenizar bancário com LER em R$ 250 mil

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Advogado Trabalhista | Bradesco é condenado a indenizar bancário com LER em R$ 250 mil

Banco é condenado por forçar funcionário a trabalhar já com LER

O Banco Bradesco recorreu mas não conseguiu reverter, confirma Advogado Trabalhista

 Fonte: http://www.ebc.com.br/cidadania/2013/07/bradesco-e-condenado-a-indenizar-bancario-com-ler-em-r-250-mil

Agência de Notícias do TST 29.07.2013 – 14h47 | Atualizado em 29.07.2013 – 14h55

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O Banco Bradesco S. A. não conseguiu convencer a Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho de que é desproporcional o valor de R$ 250 mil para reparar os danos morais causados a um empregado que ficou incapacitado para o trabalho e foi aposentado por invalidez, em decorrência de uma lesão por esforço repetitivo (LER). O banco tentou diminuir o valor da indenização, mas a Terceira Turma não conheceu do seu recurso, porque indicou violação de dispositivo de lei sem relação com o caso tratado. Ficou mantida, assim, a condenação imposta pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA).

 

O empregado exercia a função de caixa, onde registrava em média 250 a 300 autenticações diariamente. Segundo o laudo pericial, as moléstias adquiridas pelo empregado (síndrome do túnel do carpo, tendinite do supraespinhoso e tendinite dos flexores do punho) estão relacionadas diretamente com as atividades que desenvolvia. No entendimento do Regional, ficou devidamente demonstrado que os danos decorreram de culpa da empresa, que não proporcionou ambiente e condições de trabalho adequadas.

Em sua defesa, o banco alegou que sempre cuidou dos seus empregados, realizando exames periódicos e desenvolvendo programas de prevenção da LER, e pediu a redução do valor da indenização. No entanto, ao examinar o recurso na Terceira Turma, o relator, ministro Maurício Godinho Delgado, observou a “manifesta impertinência” da alegação, pelo banco, de violação do artigo 1.553 do Código Civil, que dispõe sobre a confirmação de casamento por menor, “matéria estranha à tratada nos presentes autos”.

 

O relator afirmou ainda que o apelo não conseguiu demonstrar nenhuma divergência jurisprudencial válida que autorizasse o conhecimento do recurso. Seu voto pelo não conhecimento do recurso foi seguido por unanimidade na Terceira Turma.PSN Advogado Trabalhista | Advocacia | Atuamos desde 1991 Defendendo os Direitos dos Trabalhadores em causas e reclamações trabalhistas.

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